sexta-feira, 22 de março de 2013

Bondinho: Um dos principais pontos turístico de Paulo Afonso

05/01/2012 - Cézar Araújo

Localizado à margem direita do Rio São Francisco, na cidade de Paulo Afonso, percorre cerca de 360 metros até a outra margem no município de Delmiro Golveia em Alagoas, todo esse circuito com cerca de 60 metro de altura e com capacidade para oito pessoas, nos dá uma visão privilegiada: Cachoeira de Paulo Afonso, das Tomadas de Água das Usinas Paulo Afonso I, II e III e da Ponte Metálica que liga os Estados da Bahia e Alagoas, Gruta do Morcego (suposto esconderijo do Cangaceiro Lampião) e do Salto do Croatá. 

O bondinho de Paulo Afonso, que já foi usado para transportar os funcionários da CHESF (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco), estava sendo usado pelos turistas que visitam Paulo Afonso.

Após verificação de desprendimento das rochas que suporta as estruturas do teleférico/bomdinho de Paulo Afonso, a CHESF através da Gerência Regional de Paulo Afonso,  interditou a área pois as condições de riscos de acidente para pessoas era muito grande.

Apesar da reclamação da população paulafonsina e turistas e críticas excessivas de alguns meios de comunicação da região, as obras para recuperação dependia de algumas formalidades para licitação, devido a CHESF ser regida pela lei 8.666/93 (LEI DAS LICITAÇÕES).

Na primeira licitação, nenhuma empresa apareceu para concorrer ao serviço, sendo dada como deserta, pois o serviço é considerado muito complexo. Após nova licitação, houve uma empresa vencedora, a Ampla Construtora Ltda. de Salvador, o valor da obra é de R$ 910.137,47 (novecentos e dez mil cento e trinta e sete reais e quarenta e sete centavos). 

Entenda um pouco esta obra de estabilização do maciço rochoso, que é a construção de uma viga no contorno das estruturas do teleférico, suportada por tirantes, para contenção das rochas que estavam se desprendendo (fotos): 

•    Foram construídos andaimes para acesso, pois onde será feito as atividades é de difícil acesso;
•    Efetuado trabalho de limpeza da área dos blocos soltos e remoção da vegetação por meio de jatos d’água de baixa pressão.
•    Iniciado as perfurações nas rochas da parede frontal com comprimento de 15 metros, onde serão colocados tirantes para sustentação da rocha;
•    Logo após será feito uma estrutura de aço entre os tirantes, que pode ser chamada de esqueleto de aço, para sustentação do concreto que será injetado nas paredes rochosas;
•    Serão retirados os andaimes.

A data de assinatura da ordem de início dos serviços foi 16/06/2011, com duração de 08 meses com previsão para finalização da obra em fevereiro 2012.

Com relação aos equipamentos operacionais do bondinho, foram feito modernização tanto no teleférico/bondinho como também no plano inclinado. A empresa adquiriu um grupo gerador de emergência para ser utilizado caso de falte energia, painéis novos de comando e controle do PLC ( Controlador Lógico Programável), dando maior segurança e confiabilidade nas operações tanto do bondinho como do plano inclinado, foram feito verificação/inspeção dos cabos de aço, tanto de sustentação quanto do rotativo motriz, foram implantados freios motriz no bondinho e eletro magnético no plano inclinado, trocado o motor do plano inclinado  e  também foi feito modernização da cabine, com um custo total de R$ 510.000,00 (quinhentos e dez mil reais) .


francisco@cezararaujo.com.br

Prefeito aprova construção de teleférico em Florianópolis


06/03/2013 - G1 SC

Obra deve começar ainda em 2013 e está orçada em R$ 142 milhões.

Foram garantidos R$ 172 milhões para melhorar mobilidade urbana.

O prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Júnior, anunciou nesta quarta-feira (6) a construção de um teleférico ligando a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o Terminal do Central (Ticen), passando pelo Maciço do Morro da Cruz. Segundo a Prefeitura, as obras devem começar ainda em 2013 e custarão R$ 142 milhões. O recursos foram garantidos junto ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em reunião realizada em Brasília nesta quarta (6).

Além do teleférico, de acordo com a Prefeitura, também foram confirmados os projetos de finalização da Avenida Beira Mar Norte, na região em frente à Casa D’Agronômica, a duplicação da Rua Deputado Antônio Edu Vieira e a pavimentação da Rua Padre Rohr, na Barra do Sambaqui, Sul da Ilha.

Na avaliação do prefeito, as obras devem iniciar ainda em 2013, já que os projetos executivos devem ser finalizados pela prefeitura ainda no primeiro semestre. A obra na Rua Padre Rohr, de acordo com o prefeito, vai desafogar o tráfego pesado na região de Santo Antônio de Lisboa.

Segundo a Prefeitura, a intenção é elaborar os quatro projetos ainda no primeiro semestre para encaminhar à Brasília e agilizar a liberação dos recursos. O trabalho será coordenado pela Secretaria de Obras, cujo titular, João Amin, também participou da reunião. Cesar Jr. afirmou que a interligação entre a UFSC, o Maciço e o Ticen vai representar um novo modal de transporte coletivo na Ilha. O prefeito lembrou que o projeto será interligado ao transporte coletivo.

Implantação de teleférico em Florianópolis deverá custar R$ 64 milhões


08/03/2013 - Floripa Amanhã

A Prefeitura de Florianópolis estima gastar R$ 64 milhões para a implantação do teleférico entre a Trindade e o Centro. O valor é quase um terço do que foi investido (R$ 210 milhões) para a instalação do equipamento de transporte no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, referência para a capital catarinense. O projeto conceitual entregue na fase de inscrição no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Mobilidade Urbana prevê que esses recursos sejam utilizados para a compra dos equipamentos e construção das três estações de embarque e desembarque de passageiros.

Após conseguir a liberação de recursos para o novo modelo de transporte, a prefeitura passa para a segunda etapa: a confecção do projeto para saber onde ficarão as estações de passageiros. Para o vice-prefeito e secretário de Obras, João Amin, é muito cedo para a escolha dos pontos, principalmente o que ficará no Maciço do Morro da Cruz. “Tudo é conceito ainda. Dependemos do licenciamento ambiental”, argumentou.

O ex-secretário da pasta, Luiz Américo Medeiros, destacou que durante a elaboração do projeto conceitual foi pensado na Mariquinha como local da estação no Morro da Cruz. Porém, ele esclareceu que a definição do ponto exato depende do trajeto das três estações. Além do Morro da Cruz, os pontos definidos são UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e Ticen (Terminal Integrado do Centro).

A proposta de Florianópolis tem semelhanças com o equipamento do Rio de Janeiro, principalmente extensão e capacidade. Apesar disso, João Amin argumentou que há particularidades que podem ter elevado o preço da obra carioca. “Teremos menos estações de embarque e também pode ter variações devido à inclinação”, esclareceu.

Ao todo, o governo federal anunciou R$ 162 milhões para Florianópolis. Junto com o teleférico, será construído o anel viário (duplicação da rua Deputado Antônio Edu Vieira). As duas obras custarão R$ 142 milhões.

Teleférico nos morros de Santos vai ser debatido em Brasília


02/12/2012 - Diário do Litoral

Projeto já foi apresentado no Ministério das Cidades para liberação de recursos

Luigi Di

A ideia de ir de um morro para outro, em Santos, por teleférico pode deixar de ser apenas uma promessa eleitoral. Embora a proposta tenha sido apresentada na última campanha com ênfase pelo prefeiturável Beto Mansur (PP), que não se elegeu, o próximo prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), dá sinais de que pode seguir adiante com o projeto.

O projeto deu entrada no Ministério das Cidades e está no pacote de medidas que uma comitiva de Santos vai discutir nesta segunda (3), em Brasília, com o secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, Júlio Eduardo dos Santos. O atual prefeito, João Paulo Tavares Papa (PMDB), e o seu sucessor, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), vão defender as obras para obtenção de recursos do Governo Federal.

Além do grupo santista, Júlio Eduardo receberá comitivas de São Vicente e Praia Grande. O encontro foi marcado para as 11 horas e contará com a participação do deputado federal e ex-prefeito santista Beto Mansur (PP).

Conforme revelou ao Diário do Litoral, projetos dos três municípios foram inscritos no PAC 2 – Médias Cidades. Uma lista com 75 municípios foi inserida nesse pacote, mas quatro deixaram de apresentar propostas

Papa já apresentou projetos em Brasília (Foto: Divulgação)

“Os projetos apresentados pelas 71 cidades somam R$ 12 bilhões, mas a secretaria só dispõe de R$ 7 bilhões para o PAC 2 – Médias Cidades”. São consideradas “médias cidades” aquelas com população entre 250 mil a 750 mil habitantes.

O projeto do teleférico nos morros de Santos está inserido em um conjunto de ações de mobilidade, que somam R$ 220.672.866,95. Além do teleférico, o projeto inclui implantação de sistema de transporte urbano e corredores de ônibus.

O outro projeto referente a Santos foi apresentado pelo Governo do Estado: o sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), orçado em R$ 858.900.000,00. Quem dará detalhes do projeto é o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

O prefeito eleito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB), defenderá dois projetos. Um, orçado em R$ 70.584.348,00, é referente à implantação de avenidas marginais. Outro, de R$ 43.511.873,00, inclui obras de implantação e reestruturação das vias do Município e de um terminal para ônibus municipais e intermunicipais.

São Vicente terá discutido um único projeto, o de implantação de corredores viários de transporte, avaliado em R$ 30 milhões.

Quanto ao sistema de transporte por teleférico nos morros, o secretário nacional, que é santista, lembra que a iniciativa foi implantada com grande sucesso na cidade do Rio de Janeiro, beneficiando moradores dos morros do Alemão e da Previdência. “Também funciona muito bem em Medellin, na Colômbia”.

Guarujá

Outra cidade da Baixada incluída no PAC 2 – Médias Cidades foi Guarujá. Pelo cronograma da secretaria nacional, a comitiva de Guarujá já foi atendida.

“Demos prioridades para os prefeitos reeleitos, e depois passamos a chamar os que ainda não tomaram posse”.