terça-feira, 8 de outubro de 2013

Projeto de teleférico em Florianópolis pretende transportar 15 mil passageiros por dia

07/03/2013 - Mob Floripa

Estão previstas três estações: UFSC, Maciço do Morro da Cruz e Ticen

O governo federal anunciou na quarta-feira que irá destinar mais de R$ 162 milhões para obras de pavimentação e mobilidade urbana em Florianópolis. A intenção da Secretaria Municipal de Obras é iniciar os trabalhos ainda neste ano. Entre os projetos está a construção de um teleférico ligando a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) ao Ticen (Terminal de Integração do Centro).

"Não é um teleférico turístico. Tem o objetivo de auxiliar no transporte público daquela região", destacou o vice-prefeito e secretário municipal de Obras, João Amin. Serão três estações: UFSC, Maciço do Morro da Cruz e Ticen. Os locais exatos serão definidos no projeto executivo que deve ser elaborado ainda no primeiro semestre deste ano.

Teleférico e anel viário custarão R$ 142 milhões

Na carta-consulta entregue ao governo federal para aprovação do projeto do teleférico, a Prefeitura da Capital estima que a demanda seja de 15 mil passageiros por dia. O sistema contará com 120 cabines, cada uma com capacidade para oito passageiros.

O novo transporte deve atingir 96 mil pessoas, impactando na vida de 20% da população de Florianópolis. De acordo com João Amin, as obras do anel viário e do teleférico custarão juntas R$ 142,3 milhões.

Amin destacou que outras regiões da cidade também serão beneficiadas pelos investimentos federais. Canaletas exclusivas para o transporte coletivo serão construídas na avenida Rio Branco e na Gama Deça. A secretaria ainda fará a pavimentação da marginal da Beira-mar Norte na região da Casa da Agronômica, com custo de R$ 20,1 milhões.

A rua Padre Rohr, na Barra do Sambaqui, e a rua Pastor William Richard Schisler Filho, no Itacorubi, também serão pavimentadas. Segundo o prefeito Cesar Souza Júnior (PSD ), a obra em Sambaqui, orçada em R$ 5 milhões, vai desafogar o tráfego da região de Santo Antônio de Lisboa.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Licitação de projeto para teleférico nos morros de Santos abre propostas

26/09/2013 - Diário do Litoral

Novo sistema faz parte de um grande projeto de mobilidade urbana elaborado pela Prefeitura

Autor: Secor/Prefeitura de Santos
Projeto inclui viadutos, pontes e corredores de ôn
Projeto inclui viadutos, pontes e corredores de ônibus
créditos: Arte: Igor Villa
 
A escolha da empresa que vai elaborar o projeto básico para a instalação de um teleférico nos morros começa a ser definida na próxima segunda-feira (30), quando serão abertas as propostas apresentadas à licitação pública promovida pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
 
O novo sistema faz parte de um grande projeto de mobilidade urbana elaborado pela prefeitura, que inclui a construção de viadutos, pontes e corredores de ônibus na entrada da cidade e Zona Noroeste.
 
Estudos da CET apontaram a necessidade de cinco pontos de embarque e desembarque nas cabines do teleférico, que seguirá o modelo adotado nos morros do Rio de Janeiro. As estações serão no Valongo, São Bento, Vila Progresso, Nova Cintra e Caneleira.
 
O tempo de viagem previsto, de ponta a ponta, é de apenas 15 a 20 minutos. O teleférico funcionará integrado a outros meios de transporte público, e capacidade para atender até mil passageiros por hora, nos dois sentidos.
 
Após verificar a habilitação administrativa e financeira das empresas concorrentes, a comissão especial de licitação da CET abrirá o segundo envelope, que apontará o melhor preço, definindo-se então a proposta vencedora. Até quarta (25), oito empresas já haviam retirado as propostas do edital na CET. O custo estimado do projeto básico é de R$ 89.666,66, devendo estar concluído até o final de novembro.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Teleférico pronto aguarda gôndolas para funcionar

30/08/2013 - G1 RJ

Obras do teleférico da Providência, no Rio, começaram em março de 2012 e custaram R$ 75 milhões. Sistema vai ligar Central do Brasil, comunidade e Cidade do Samba
 
Com gôndolas, só no período de testes
Com gôndolas, só no período de testes
créditos: Reprodução / Jornal do Brasil
 
Moradores do Morro da Providência, na zona portuária do Rio de Janeiro, estão a espera de uma promessa feita há mais de um ano: a instalação de um teleférico na comunidade, que é ocupada pela Polícia Militar. 
 
Um ano e meio depois do início das obras, o equipamento, que visa beneficiar mais de 4,8 mil habitantes, até esta sexta-feira (30) não operava  - por falta de gôndolas, como mostrou o telejornal da TV Globo (RJTV).
 
As obras, que começaram em março de 2012, fazem parte do programa Morar Carioca, que destinou R$ 163 milhões em investimentos para a região. Desses, R$ 75 milhões são apenas para a construção do teleférico.
 
Ao longo de 721 m e três estações, 16 gôndolas com capacidade para 10 passageiros, cada, vão ligar a Central do Brasil ao Morro da Providência e à Cidade do Samba. A previsão é que mil pessoas sejam transportadas por hora em cada sentido.
 
Só testes
O primeiro teste mecânico na estrutura foi realizado em dezembro do ano passado. O sistema conta com 17 postes, sendo nove metálicos e oito de concreto. O sistema funcionou por três meses sem tripulação até receber o teste com pessoas em abril, para verificar os sistemas elétrico, mecânico e hidráulico, além de freios e sensores.
 
A previsão era de que os testes fossem feitos durante todo o mês de maio para ser, finalmente, aberto. As gôndolas, porém, foram retiradas e os moradores ficaram sem saber quando o sistema volta a funcionar.
 
A Prefeitura do Rio admitiu o atraso e informou que cinco moradores entraram na Justiça, o que fez a obra ficar embargada. O órgão recorreu, reiniciou as obras e aguarda a realização de uma licitação para escolher a empresa que vai administrar o transporte.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Tarifa do teleférico do Alemão, no Rio, aumenta de R$ 1 para R$ 5

10/04/2013 - G1 Rio

No entanto, aumento não será para moradores da região. Aumento da arrecadação será usado em projetos culturais

Teleférico do Conjunto de Favelas do Alemão
créditos: Divulgação

O teleférico do Conjunto de Favelas do Alemão, na Zona Norte do Rio, vai ficar mais caro para quem não é morador. Segundo a SuperVia, concessionária que administra o transporte, o aumento da arrecadação será usado em projetos culturais e também servirá para incentivar os trabalhos desenvolvidos pelas ONGs da comunidade. O valor vai de R$ 1 para R$ 5 a partir do dia 26 deste mês.

Mas a tarifa para moradores da comunidade não será alterada. Os cadastrados seguem com o benefício de uma passagem de ida e uma de volta, gratuitas. O custo da tarifa para viagens adicionais de moradores cadastrados será mantido em R$ 1.

Já aqueles moradores que ainda precisam se cadastrar, podem realizar a inscrição no posto de atendimento da RioCard, localizado na estação Bonsucesso, no Subúrbio.

Serviço
Cadastro de Moradores do Complexo do Alemão
Local: Posto de Atendimento da estação Bonsucesso
Período de cadastramento: de 04/04/ a 07/07
Horário: das 16h às 19h

Leia também:
Teleférico da Providência, no Rio, tem primeiro teste tripulado neste sábado
Implantação de teleférico em Florianópolis deverá custar R$ 64 milhões
Bolívia terá o teleférico mais longo do mundo

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Obras do teleférico de São Bernardo do Campo começam em 2014

15/08/2013 - Via Trólebus

Teleférico do Rio de Janeiro semelhante ao projeto de São Bernardo do Campo

A cidade de São Bernardo do Campo deve ganhar um modal de transportes bem conhecido em parques, mas que pode servir também a locomoção de pessoas: O teleférico. Segundo a previsão da prefeitura da cidade, as obras podem começar no segundo semestre do ano que vem.

O projeto depende da assinatura do contrato com o Banco Mundial no valor de aproximadamente R$ 500 milhões para a execução de quatro empreendimentos na área de mobilidade na cidade, entre os quais o equipamento de transporte via cabo em áreas montanhosas. "As negociações para essa verba já estão bem adiantadas. Possivelmente, até meados do ano que vem o financiamento já esteja assinado", declarou o titular da Pasta.

De acordo com a prefeitura, a expectativa é que os teleféricos estejam em funcionamento no segundo semestre de 2015, quando está prevista a finalização de três corredores de ônibus na cidade. "É interessante estar pronto junto. Por exemplo, a estação final do corredor Leste/Oeste, na Rua Tiradentes, vai ter estação de teleférico também, porque lá estaremos no meio de dois morros", disse o secretário de Transportes e Vias Públicas, Oscar Silveira Campos. Os outros pontos previstos para ter o sistema de bondinho é na Avenida Dom Pedro de Alcântara, bairro Montanhão, e na Estrada do Montanhão, Parque Selecta.

O teleférico será integrado com o sistema municipal de ônibus. "Sem integração com os corredores de ônibus perde eficiência, porque o munícipe teria que descer dele e pegar outro tipo de transporte. Por isso, planejamos terminar o projeto junto com os corredores", afirmou o secretário.

A estimativa é que o sistema receba investimento de aproximadamente R$ 220 milhões. "Como ainda está no projeto básico, temos somente uma previsão. Pode haver mudança nesse valor quando tivermos o projeto executivo nas mãos", ponderou Campos.

De acordo com o secretário, o modelo de teleférico usado em São Bernardo será semelhante ao existente na Venezuela. "A gente acha que é o que mais se aproxima com o que queremos fazer aqui. É um sistema que faz integração dentro dos morros, com várias estações, e não leva apenas passageiros até o pé do morro."

Campos disse que a previsão é de que o modal tenha uma linha de seis a sete quilômetros, com um ponto de acesso aos passageiros a cada quilômetro. Nos locais mais baixos serão feitas as estações. A estimativa é de que 12 pequenos terminais sejam feitos. Os bondinhos circularão em velocidade média de 25 km/h. "As obras mais significativas para o teleférico são as estações. Então, será mais rápido para fazer do que os corredores de ônibus, que necessitam de intervenções nas ruas. O teleférico já vem fabricado e pré-montando." (Com as informações do Diário do Grande ABC).

Fonte: Via Trolebus 

domingo, 9 de junho de 2013

Teleférico do Alemão chega à marca de 6 milhões de visitantes

09/06/2013 - Rádio Itaperuna Gospel FM

O teleférico gera 160 empregos diretos e 110 indiretos, sendo 60% do quadro de funcionários composto por moradores do Complexo do Alemão.


Construído com o objetivo principal de facilitar a mobilidade dos moradores das comunidades do Complexo do Alemão, o Teleférico se tornou um cartão-postal do Rio de Janeiro e atrai cada vez mais turistas. Três anos antes do previsto, a marca de seis milhões de passageiros transportados foi batida. O recorde chega a um mês do Teleférico do Alemão completar dois anos de funcionamento.

Com uma média de 12 mil passageiros por dia, o primeiro transporte de massa por cabos do Brasil é um ícone. Além de facilitar o deslocamento de quem mora nas comunidades, ele caiu no gosto dos turistas por oferecer uma incrível vista do maior complexo de favelas da Zona Norte, da Igreja Nossa Senhora da Penha, do Cristo Redentor, Pão de Açúcar e Ponte Rio-Niterói. No dia 15 de dezembro do ano passado, foi registrado o recorde de passageiros transportados: mais de 19 mil embarques.

– O teleférico se consagrou como ícone de transporte e de turismo. As pessoas vão e divulgam muito. As nossas primeiras previsões se basearam no teleférico de Medelin e prevíamos alcançar a marca em 2016 – explicou o diretor de operações do Teleférico do Alemão, Luiz de Souza.

Depois de conhecer todos os tradicionais pontos turísticos do Rio na primeira visita, os estudantes alagoanos Rhary Oliveira, 22, e Juliana Rodrigues, 23, apostam em comunidades na segunda vinda à cidade.

– Queríamos passear no teleférico e conhecer uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). A gente vê pela televisão, mas não tem noção da dimensão. Ainda vamos visitar o Santa Marta e andar no plano inclinado – contou Rhary.

Moradores e guias turísticos

Para dar aos visitantes uma experiência completa do dia a dia das comunidades e da história do Complexo do Alemão, os turistas são guiados por moradores locais. O passeio de uma hora e meia custa R$ 29 e o estande da visita guiada fica na Estação Bonsucesso.

Há três dias no Rio de férias, o casal chileno Carlos Fernandez, 58 anos, e Maria Adela Araos, 57, quis ver ao vivo o que conheciam apenas pela televisão e cinema: uma favela. O Alemão foi escolhido por causa do teleférico.

– Estou impressionada. O passeio é muito agradável e conhecer essa realidade é incrível. É diferente de tudo o que eu imaginava que fosse – afirmou Maria.

Carlos contou que sempre imaginou que as comunidades do Rio fossem um lugar à parte.

– Quando via no cinema e na TV, pensava que elas ficassem em um setor, todas juntas, e não misturadas com a cidade – disse Carlos.

Meio de transporte democrático

O meio de transporte é democrático em todos os sentidos. Moradores cadastrados têm direito a duas passagens gratuitas por dia. Para visitantes que utilizam o Bilhete Único, Vale-Transporte ou Cartão Expresso, a tarifa custa R$ 1. Apenas as pessoas que adquirem a passagem diretamente nas bilheterias das estações pagam R$ 5.

A vista das comunidades já é a atração em si. Mas no fim de semana, os visitantes podem conferir a programação do evento “Estações Culturais”, projeto realizado pela SuperVia, em parceria com ONGs e grupos culturais do Complexo do Alemão. Aos sábados, as seis estações se transformam em palcos e recebem shows, apresentações de dança e oficinas. Tudo de graça.

Curiosidades do teleférico

Entre a última semana de 2012 e primeiro dia do ano de 2013, o Teleférico do Alemão transportou mais de 100 mil pessoas. De acordo com um levantamento feito pela SuperVia, concessionária que administra o transporte, cerca de 70% deste número era formado por turistas.

Nos dias úteis, 70% dos passageiros são moradores do Complexo do Alemão. Já aos finais de semana, 60% são não moradores.

O teleférico gera 160 empregos diretos e 110 indiretos, sendo 60% do quadro de funcionários composto por moradores do Complexo do Alemão.

O sistema tem 3,5 quilômetros de extensão e 152 gôndolas, com capacidade para transportar oito passageiros em cada uma delas.

A viagem da primeira estação (Bonsucesso) à última (Palmeiras) tem duração de 16 minutos.

Funciona de acordo com a seguinte programação: segunda a sexta-feira, das 6h às 21h e sábados, domingos e feriados, das 8h às 20h.

(*) Com informações da Ascom do RJ

www.facebook.com/nf365

Fonte: Rádio Itaperuna Gospel FM 

segunda-feira, 27 de maio de 2013

RJ: teleférico da Providência começa a operar em abril

07/01/2013 - The City Fix Brasil, Maria Fernanda Cavalcanti

Teleférico da Providência: interligando morros do Rio (Foto: Prefeitura do Rio)

Inspirados pelo exemplo de Medellín, na Colômbia, o Rio de Janeiro está investindo em teleféricos para facilitar a mobilidade dos moradores de regiões íngremes. Em dezembro, foi realizado o primeiro teste do sistema elevado que vai servir ao Morro da Providência, na zona portuária. A obra faz parte do programa Morar Carioca e deve ser aberta ao público em abril.

O teleférico contará com três estações que vão interligar a Providência (Praça Américo Brum) com a Central do Brasil e a Cidade do Samba (Gamboa). As gôndolas terão capacidade para transportar cerca de mil pessoas por hora.

A fase de testes vai até abril, quando o sistema será liberado para uso da população. Além do teleférico, também será construído um plano inclinado que ligará a Ladeira do Barroso à Praça do Cruzeiro.

A obra faz parte do programa Morar Carioca, da Prefeitura do Rio, que conta com investimentos de R$ 163 milhões para promover a integração de todas as favelas da cidade. Além do transporte, também saneamento, ruas, construções habitacionais e equipamentos sociais e esportivos serão modernizados no Morro da Providência.

EMBARQ Brasil e o Morar Carioca

A Prefeitura do Rio firmou compromisso com a integração social e física de sua população por meio do Projeto Morar Carioca. A meta do programa, que reúne a Secretaria Municipal de Habitação do Rio de Janeiro (SMH RJ) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), é melhorar as condições de habitação, transporte e serviços nas áreas de assentamentos informais e reurbanizar todas as favelas cariocas até 2020. O programa deve melhorar a vida de mais de 1,2 milhão de pessoas, quase 20% da população do Rio.

Para auxiliar no planejamento da mobilidade nas comunidades, a EMBARQ Brasil (produtora deste blog) se tornou parceira da SMH e do IAB-RJ. Desta parceria foram realizados workshops de capacitação, além de uma viagem estratégica à Colômbia com objetivo de agregar conhecimento técnico ao projeto brasileiro.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Mobilidade urbana: No ar o "bondinho" da Providência


11/04/2013 - Porto Maravilha

Atravessar o Morro da Providência ficará mais fácil, rápido e divertido nos próximos meses. O teleférico implantado pela Prefeitura do Rio no programa Morar Carioca da Secretaria Municipal de Habitação (SMH) tem três estações que ligam a Praça Américo Brum, no alto do morro, à Central do Brasil e à Cidade do Samba, na Gamboa. Quando o sistema entrar em operação, cerca de mil pessoas poderão ir de um lado ao outro a cada hora. A viagem percorre 721 metros em aproximadamente oito minutos.

Quatrocentos operários trabalharam na construção do equipamento, agora na fase de testes

As cabines de alumínio e acrílico têm capacidade para transportar oito passageiros sentados e dois em pé. O prefeito Eduardo Paes e o secretário municipal de Habitação, Pierre Batista, acompanharam o primeiro teste tripulado no dia 6 de abril. "Esse teleférico tem duas funções. Vai servir de transporte para a população, mas também é um novo destino turístico do Rio de Janeiro. De um lado, temos a Central do Brasil e, do outro, a Cidade do Samba. E aqui em cima temos essa vista fantástica da cidade maravilhosa. Acho que em dois meses vamos colocá-lo para funcionar. É um equipamento complexo, e precisamos fazer tudo com muito cuidado", disse o prefeito, ao participar do teste. No sábado, ele embarcou na estação da Praça Américo Brum e desceu na Gamboa. Durante o mês de abril, as 16 gôndolas passarão por testes com cargas de até 3,5 toneladas para verificar sistemas elétricos, mecânicos, hidráulicos, freios e sensores. Os 400 trabalhadores da obra concluem a parte de construção civil e agora se concentram nas montagens e testes elétricos.

As obras do Teleférico da Providência receberam R$ 75 milhões dos R$ 163 investidos na comunidade. "O Teleférico da Providência faz parte do Morar Carioca, programa que está promovendo a urbanização da comunidade. A inauguração deste meio de transporte trará qualidade de vida aos moradores do morro que, atualmente, têm dificuldades para subir as ladeiras de acesso às casas, muitas vezes, carregando compras. Além do teleférico, construiremos um plano inclinado na parte mais íngreme da Providência, ligando a Praça Américo Brum à área histórica, que também terá um compartimento para transporte de cargas. O benefício para os moradores será enorme. Além disso, o teleférico ligando a Central do Brasil à Cidade do Samba certamente atrairá muitos visitantes que incentivarão a economia local", comentou o secretário Pierre Batista.

Lançado em julho de 2010 pela Prefeitura do Rio, o programa Morar Carioca tem o objetivo de promover a inclusão social, a partir da integração urbana e social de todas as favelas do Rio até 2020. Na Providência, o programa implantará novas redes de água, esgoto e drenagem, construirá equipamentos sociais e 855 moradias. As obras incluem a implantação de um centro esportivo coberto, a urbanização da Praça Américo Brum, o alargamento de ruas, reforma da pavimentação e melhoria das condições de acesso ao morro.

O Teleférico e a Cidade

Os créditos para a montagem de sucesso do primeiro sistema operacional de um teleférico são do engenheiro e inventor holandês Wybe Adam, em 1644. Com o avanço tecnológico, os cabos passaram de fibra vegetal para material metálico, até chegarem aos elétricos. A tecnologia foi largamente utilizada em confrontos militares entre Áustria e Itália durante a Primeira Guerra Mundial.

Teleférico tem três estações com percurso de aproximadamente oito minutos

O uso desse tipo de transporte não é novidade na cidade maravilhosa. Um dos cartões postais da cidade, conhecido no mundo todo, é o Bondinho do Pão de Açúcar. Com 100 anos recém-completos, recebe média de 2.500 visitantes por dia. O nome vem da semelhança entre os carros do teleférico e os bondes que circulavam no Rio quando foi inaugurado. Em julho de 2011, sete meses após a ocupação da comunidade por uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), o Teleférico do Complexo do Alemão entrou em operação. Com 156 cabines e capacidade de transportar 10 pessoas em cada, o equipamento liga a estação de Bonsucesso ao ponto mais alto do morro.

Texto: Yara Lopes / Fotos: Fábio Costa




quarta-feira, 10 de abril de 2013

sexta-feira, 22 de março de 2013

Bondinho: Um dos principais pontos turístico de Paulo Afonso

05/01/2012 - Cézar Araújo

Localizado à margem direita do Rio São Francisco, na cidade de Paulo Afonso, percorre cerca de 360 metros até a outra margem no município de Delmiro Golveia em Alagoas, todo esse circuito com cerca de 60 metro de altura e com capacidade para oito pessoas, nos dá uma visão privilegiada: Cachoeira de Paulo Afonso, das Tomadas de Água das Usinas Paulo Afonso I, II e III e da Ponte Metálica que liga os Estados da Bahia e Alagoas, Gruta do Morcego (suposto esconderijo do Cangaceiro Lampião) e do Salto do Croatá. 

O bondinho de Paulo Afonso, que já foi usado para transportar os funcionários da CHESF (Companhia Hidro Elétrica do São Francisco), estava sendo usado pelos turistas que visitam Paulo Afonso.

Após verificação de desprendimento das rochas que suporta as estruturas do teleférico/bomdinho de Paulo Afonso, a CHESF através da Gerência Regional de Paulo Afonso,  interditou a área pois as condições de riscos de acidente para pessoas era muito grande.

Apesar da reclamação da população paulafonsina e turistas e críticas excessivas de alguns meios de comunicação da região, as obras para recuperação dependia de algumas formalidades para licitação, devido a CHESF ser regida pela lei 8.666/93 (LEI DAS LICITAÇÕES).

Na primeira licitação, nenhuma empresa apareceu para concorrer ao serviço, sendo dada como deserta, pois o serviço é considerado muito complexo. Após nova licitação, houve uma empresa vencedora, a Ampla Construtora Ltda. de Salvador, o valor da obra é de R$ 910.137,47 (novecentos e dez mil cento e trinta e sete reais e quarenta e sete centavos). 

Entenda um pouco esta obra de estabilização do maciço rochoso, que é a construção de uma viga no contorno das estruturas do teleférico, suportada por tirantes, para contenção das rochas que estavam se desprendendo (fotos): 

•    Foram construídos andaimes para acesso, pois onde será feito as atividades é de difícil acesso;
•    Efetuado trabalho de limpeza da área dos blocos soltos e remoção da vegetação por meio de jatos d’água de baixa pressão.
•    Iniciado as perfurações nas rochas da parede frontal com comprimento de 15 metros, onde serão colocados tirantes para sustentação da rocha;
•    Logo após será feito uma estrutura de aço entre os tirantes, que pode ser chamada de esqueleto de aço, para sustentação do concreto que será injetado nas paredes rochosas;
•    Serão retirados os andaimes.

A data de assinatura da ordem de início dos serviços foi 16/06/2011, com duração de 08 meses com previsão para finalização da obra em fevereiro 2012.

Com relação aos equipamentos operacionais do bondinho, foram feito modernização tanto no teleférico/bondinho como também no plano inclinado. A empresa adquiriu um grupo gerador de emergência para ser utilizado caso de falte energia, painéis novos de comando e controle do PLC ( Controlador Lógico Programável), dando maior segurança e confiabilidade nas operações tanto do bondinho como do plano inclinado, foram feito verificação/inspeção dos cabos de aço, tanto de sustentação quanto do rotativo motriz, foram implantados freios motriz no bondinho e eletro magnético no plano inclinado, trocado o motor do plano inclinado  e  também foi feito modernização da cabine, com um custo total de R$ 510.000,00 (quinhentos e dez mil reais) .


francisco@cezararaujo.com.br

Prefeito aprova construção de teleférico em Florianópolis


06/03/2013 - G1 SC

Obra deve começar ainda em 2013 e está orçada em R$ 142 milhões.

Foram garantidos R$ 172 milhões para melhorar mobilidade urbana.

O prefeito de Florianópolis, Cesar Souza Júnior, anunciou nesta quarta-feira (6) a construção de um teleférico ligando a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) com o Terminal do Central (Ticen), passando pelo Maciço do Morro da Cruz. Segundo a Prefeitura, as obras devem começar ainda em 2013 e custarão R$ 142 milhões. O recursos foram garantidos junto ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em reunião realizada em Brasília nesta quarta (6).

Além do teleférico, de acordo com a Prefeitura, também foram confirmados os projetos de finalização da Avenida Beira Mar Norte, na região em frente à Casa D’Agronômica, a duplicação da Rua Deputado Antônio Edu Vieira e a pavimentação da Rua Padre Rohr, na Barra do Sambaqui, Sul da Ilha.

Na avaliação do prefeito, as obras devem iniciar ainda em 2013, já que os projetos executivos devem ser finalizados pela prefeitura ainda no primeiro semestre. A obra na Rua Padre Rohr, de acordo com o prefeito, vai desafogar o tráfego pesado na região de Santo Antônio de Lisboa.

Segundo a Prefeitura, a intenção é elaborar os quatro projetos ainda no primeiro semestre para encaminhar à Brasília e agilizar a liberação dos recursos. O trabalho será coordenado pela Secretaria de Obras, cujo titular, João Amin, também participou da reunião. Cesar Jr. afirmou que a interligação entre a UFSC, o Maciço e o Ticen vai representar um novo modal de transporte coletivo na Ilha. O prefeito lembrou que o projeto será interligado ao transporte coletivo.

Implantação de teleférico em Florianópolis deverá custar R$ 64 milhões


08/03/2013 - Floripa Amanhã

A Prefeitura de Florianópolis estima gastar R$ 64 milhões para a implantação do teleférico entre a Trindade e o Centro. O valor é quase um terço do que foi investido (R$ 210 milhões) para a instalação do equipamento de transporte no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, referência para a capital catarinense. O projeto conceitual entregue na fase de inscrição no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) da Mobilidade Urbana prevê que esses recursos sejam utilizados para a compra dos equipamentos e construção das três estações de embarque e desembarque de passageiros.

Após conseguir a liberação de recursos para o novo modelo de transporte, a prefeitura passa para a segunda etapa: a confecção do projeto para saber onde ficarão as estações de passageiros. Para o vice-prefeito e secretário de Obras, João Amin, é muito cedo para a escolha dos pontos, principalmente o que ficará no Maciço do Morro da Cruz. “Tudo é conceito ainda. Dependemos do licenciamento ambiental”, argumentou.

O ex-secretário da pasta, Luiz Américo Medeiros, destacou que durante a elaboração do projeto conceitual foi pensado na Mariquinha como local da estação no Morro da Cruz. Porém, ele esclareceu que a definição do ponto exato depende do trajeto das três estações. Além do Morro da Cruz, os pontos definidos são UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e Ticen (Terminal Integrado do Centro).

A proposta de Florianópolis tem semelhanças com o equipamento do Rio de Janeiro, principalmente extensão e capacidade. Apesar disso, João Amin argumentou que há particularidades que podem ter elevado o preço da obra carioca. “Teremos menos estações de embarque e também pode ter variações devido à inclinação”, esclareceu.

Ao todo, o governo federal anunciou R$ 162 milhões para Florianópolis. Junto com o teleférico, será construído o anel viário (duplicação da rua Deputado Antônio Edu Vieira). As duas obras custarão R$ 142 milhões.

Teleférico nos morros de Santos vai ser debatido em Brasília


02/12/2012 - Diário do Litoral

Projeto já foi apresentado no Ministério das Cidades para liberação de recursos

Luigi Di

A ideia de ir de um morro para outro, em Santos, por teleférico pode deixar de ser apenas uma promessa eleitoral. Embora a proposta tenha sido apresentada na última campanha com ênfase pelo prefeiturável Beto Mansur (PP), que não se elegeu, o próximo prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), dá sinais de que pode seguir adiante com o projeto.

O projeto deu entrada no Ministério das Cidades e está no pacote de medidas que uma comitiva de Santos vai discutir nesta segunda (3), em Brasília, com o secretário Nacional de Transportes e Mobilidade Urbana, Júlio Eduardo dos Santos. O atual prefeito, João Paulo Tavares Papa (PMDB), e o seu sucessor, Paulo Alexandre Barbosa (PSDB), vão defender as obras para obtenção de recursos do Governo Federal.

Além do grupo santista, Júlio Eduardo receberá comitivas de São Vicente e Praia Grande. O encontro foi marcado para as 11 horas e contará com a participação do deputado federal e ex-prefeito santista Beto Mansur (PP).

Conforme revelou ao Diário do Litoral, projetos dos três municípios foram inscritos no PAC 2 – Médias Cidades. Uma lista com 75 municípios foi inserida nesse pacote, mas quatro deixaram de apresentar propostas

Papa já apresentou projetos em Brasília (Foto: Divulgação)

“Os projetos apresentados pelas 71 cidades somam R$ 12 bilhões, mas a secretaria só dispõe de R$ 7 bilhões para o PAC 2 – Médias Cidades”. São consideradas “médias cidades” aquelas com população entre 250 mil a 750 mil habitantes.

O projeto do teleférico nos morros de Santos está inserido em um conjunto de ações de mobilidade, que somam R$ 220.672.866,95. Além do teleférico, o projeto inclui implantação de sistema de transporte urbano e corredores de ônibus.

O outro projeto referente a Santos foi apresentado pelo Governo do Estado: o sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT), orçado em R$ 858.900.000,00. Quem dará detalhes do projeto é o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes.

O prefeito eleito de Praia Grande, Alberto Mourão (PSDB), defenderá dois projetos. Um, orçado em R$ 70.584.348,00, é referente à implantação de avenidas marginais. Outro, de R$ 43.511.873,00, inclui obras de implantação e reestruturação das vias do Município e de um terminal para ônibus municipais e intermunicipais.

São Vicente terá discutido um único projeto, o de implantação de corredores viários de transporte, avaliado em R$ 30 milhões.

Quanto ao sistema de transporte por teleférico nos morros, o secretário nacional, que é santista, lembra que a iniciativa foi implantada com grande sucesso na cidade do Rio de Janeiro, beneficiando moradores dos morros do Alemão e da Previdência. “Também funciona muito bem em Medellin, na Colômbia”.

Guarujá

Outra cidade da Baixada incluída no PAC 2 – Médias Cidades foi Guarujá. Pelo cronograma da secretaria nacional, a comitiva de Guarujá já foi atendida.

“Demos prioridades para os prefeitos reeleitos, e depois passamos a chamar os que ainda não tomaram posse”.